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O crescimento que a guerra irregular experimentou no mundo de hoje, particularmente depois da 2ª GM, provocou a necessidade de reexaminar leis e normais dos conflitos armados do ponto de vista das características peculiares a esse método especial de combate. -
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Textos clássicos dos grandes autores do Sistema Nacional de Economia Política, pela primeira vez reunidos em português. -
Em 1988, a premiada jornalista canadense Elaine Dewar começou a trabalhar em um artigo sobre a ajuda que certas organizações não-governamentais (ONGs), como a Cultural Survival, WWF e outras, estavam proporcionando os índios caiapós para defender a Floresta Amazônica. Logo, ela descobriu uma trama de muitos milhões de dólares, em que os índios ganhavam dinheiro de garimpeiros, madeireiros e ONGs, agências governamentais, fundações e empresas privadas de vários países do Hemisfério Norte se empenhavam em influenciar as políticas ambientais e indígenas em três continentes. O resultado da investigação foi Uma demão de verde. Com um texto que se lê como uma novela de mistério, Uma demão de verde segue os passos da autora, de Toronto até a Floresta Amazônica, e a gabinetes refrigerados em Ottawa, Washington, Rio de Janeiro, Brasília, São Paulo e Genebra. No caminho, ela conhece alguns dos impressionantes personagens que atuam nos bastidores do ambientalismo internacional – entre outros, o empresário Maurice Strong, Anita Roddick, da cadeia britânica Body Shop, e ativistas que dirigem importantes ONGs do Canadá e dos EUA. Ela também examina alguns perturbadores aspectos dos relacionamentos entre ONGs, corporações “verdes” e governos: * Por que algumas ONGs desorientam o público com informações incorretas, para arrecadar fundos? * Por que certas ONGs do Canadá e dos EUA têm em suas diretorias representantes de grandes empresas e de seus governos? * Que interesses teriam essas ONGs e governos em deter projetos de infraestrutura no Brasil, como o aproveitamento hidrelétrico do rio Xingu? Para o Brasil, que ocupa um lugar central na trama, as respostas a essas e outras perguntas são fundamentais. Elaine Dewar trabalha como jornalista independente desde 1976, escrevendo sobre assuntos políticos, empresariais, ambientais e científico-tecnológicos. Por várias vezes, recebeu o National Magazine Award, um dos mais prestigiosos prêmios jornalísticos do Canadá. Além de Uma demão de verde (1995), escreveu Bones: Discovering the First Americans (2001) e The Second Tree: Of Clones, Chimeras and Quests for Immortality (2004). Por este último, recebeu o Nereus Writer’s Trust Non-Fiction Prize, concedido anualmente à melhor obra de não-ficção de um autor canadense. -
O propósito deste livro é indagar o papel protagonista da Federação Russa na mudança de época histórica em curso. Ao contrário do que previa o poder anglo-americano, o presidente Vladimir Pulin tem ocupado uma posição ímpar como estadista global, desde o início do século. E as nações acidentais necessitam recuperar com urgência o seu sentido de propósito histórico, com base em suas raízes cristãs. É aqui que reluz a missão histórica da Rússia, cujos ensinamentos sobre a recuperação do seu orgulho e grandeza cristãos devem servir de exemplo à !bem-América, para enaltecer o mesma sentida de missão universal baseado nos princípios cristãos infundidos pela evangelização fundadora. Assim como a Rússia devemos celebrar o nossa batismo . -
México, 9 de dezembro de 1531 Dez anos após a conquista do México pelos espanhóis, em uma colina nos arredores da capital, algo inconcebível ocorre a Juan Diego, um nativo convertido à religião dos conquistadores. Na bruma da manhã, uma figura celestial vem ao seu encontro, revelando-se como "Maria, Mãe de todos os homens". Para convencer as autoridades religiosas, a Senhora lhe confia várias mensagens e, no último encontro, o seu retrato aparece misteriosamente impresso no manto de Juan Diego. Posteriormente, a aparição de Maria de Guadalupe se torna o catalisador da conversão de milhões de indígenas ao cristianismo, em um dos eventos mais marcantes da História. Desde então, a imagem de Nossa Senhora de Guadalupe tem sido objeto de numerosas controvérsias, mas, a cada novo estudo científico efetuado nela, mais misteriosa ela se torna, tanto para pesquisadores como para os fiéis, que fazem da Basílica de Guadalupe, na Cidade do México, o maior centro de peregrinação religiosa do mundo, à frente até mesmo de Roma e Meca. Neste livro, o jornalista alemão Paul Badde mergulha no mistério de Maria de Guadalupe com o cuidado de um historiador e o talento de um jornalista investigativo, que tropeçou em uma história instigante. O seu relato conta a fantástica história da aparição que mudou os rumos da História mundial, levando todo um continente a integrar a cultura ocidental. -
Neste novo livro, Bruna Frascolla brinda o leitor com um tour de force sobre essas duas ferramentas de dominação oligárquica, o wokismo e o anarcocapitalismo, proporcionando elementos para que sejam devidamente conhecidas e desmascaradas em suas propostas anticivilizatórias e contrárias ao Bem Comum. Bruna Frascolla é doutora em Filosofia pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), historiadora da filosofia e ensaísta. É também autora de As ideias e o terror (República AF, 2020). -
A Humanidade vive a fase final de um longo período histórico, uma autêntica crise civilizatória, assinalada pela disfuncionalidade do sistema de hegemonia política e econômica colonial estabelicido a partir do século XVII, com base nas ideias de pensadores como Bacon, Hobbes, Locke, Descartes e outros. Em sua época, o grande pensador alemão Gottfried Wilhelm Leibniz se confrontou com tais ideais e seus desdobramentos nos campos da economia, política, filosofia, ciência e, sobretudo, na noção de justiça aplicada à organização social. Hoje, suas lições podem servir de base para se fundamentar um outro caminho para a civilização, baseado na primazia do Bem Comum e sua institucionalização nas políticas públicas. -
O Conselho Indigenista Missionário (Cimi) tem sido acusado de incitar ações violentas em tribos indígenas de vários países. Em boa hora, a Assembléia Legislativa de Mato Grosso do Sul instalou uma CPI para investigar a ONG, que, apesar de integrar formalmente a Igreja Católica, se afasta bastante da prática cristã, em suas intervenções junto aos indígenas brasileiros. O que é o Conselho Indigenista Missionário? Por que as suas ações têm pouco ou nada a ver com os verdadeiros cristãos? O que está por trás da "agenda indigenista" no Brasil? Neste livro, baseado no depoimento do autor à CPI do Cimi da Assembléia Legislativa de Mato Grosso do Sul, encontram-se as respostas a estas e outras perguntas relevantes para o atual momento brasileiro. -
Entendendo a Rússia reúne artigos e ensaios da autora, sobre uma questão crucial do nosso tempo: como o Ocidente deve abordar as suas relações com a Federação Russa, o maior país do mundo, em meio às grandes crises geopolíticas que caracterizam o cenário global. Trata-se de uma questão que, embora pareça distante, é igualmente relevante para a América Latina, onde, de maneira similar ao que se observa no restante do mundo ocidental, se manifesta uma luta pela definição de identidades individuais e nacionais, fundamentada em firmes princípios cristãos. Com base na sua vasta experiência analítica e em numerosas entrevistas com personalidades europeias e russas, Elisabeth Hellenbroich oferece importantes subsídios para o entendimento do papel da Rússia, juntamente com a China, como os pivôs da emergência de uma Eurásia física e economicamente integrada, como um novo eixo de inusitadas transformações geoeconômicas e geopolíticas. -
A presente crise política, institucional, socioeconômica e de valores que abala o Brasil marca o fim da Nova República, cujos protagonistas conceberam uma cidadania divorciada de um projeto de Nação que consolidasse os avanços das décadas anteriores e projetasse o País para o futuro. Em troca, estabeleceu-se uma cultura contra toda forma de autoridade, erradicou-se o princípio moral do Bem Comum que deve reger a vida pública, para abrir passo a meros projetos de poder. Sem um projeto nacional, a política partidária se converteu num instrumento para a captura do Estado, de braços dados com a corrupção e o crime organizado, frustrando as expectativas despertadas com a redemocratização e atrelando o País a uma agende hegemônica externa, a “Nova Ordem Mundial”, comandada de Washington, Wall Street e Londres. Este livro proporciona ao leitor um vislumbre dessa dinâmica antinacional, instando-o a engajar-se na construção de um novo caminho para o país. -
Nesta obra clássica de 1952, traduzida diretamente do alemão, o autor – uma personalidade singular de militar, acadêmico e político – oferece analisa a longa trajetória da construção dos Estados nacionais soberanos e os princípios que os fundamentam. Uma importante contribuição para as discussões que se travam em todo o mundo, no contexto das profundas transformações da ordem de poder global. -
A economia física abrange os princípios de desenvolvimento econômico das nações, estudando as economias como um processo interligado de produção e consumo físico, em uma analogia com os organismos vivos, que proporciona uma noção de produtividade independente das medidas financeiras. Constitui, por assim dizer, o conjunto de capacidades com as quais o ser humano intermedia as suas relações com a natureza e o universo, sendo a economia a tradução do entendimento humano do microcosmo e do macrocosmo. A aplicação prática de tais conceitos é demonstrada neste livro, com exemplos do desenvolvimento econômico de nações como os EUA, Alemanha, França e, mais recentemente, a China. Além disso, o autor tece importantes considerações sobre o futuro do trabalho, em uma economia em que os principais insumos serão o conhecimento e a capacidade criativa/inovadora, escapando à falsa disjuntiva entre as doutrinas econômicas marxistas e liberais. Em troca, busca contribuir para a construção de uma doutrina econômica baseada nos princípios do Bem Comum e da dignidade da pessoa humana.