-
Quem manipula os povos indígenas contra o desenvolvimento do Brasil: um olhar nos porões do Conselho Mundial de Igrejas, Lorenzo Carrasco e Silvia Palacios, 208 p.; R$ 35,00. ISBN 978-85-98059-28-0. Desde a década de 1980, o Brasil vem sendo alvo de incessantes campanhas de pressões políticas com o objetivo de manipular as questões das causas indígenas para influenciar as políticas públicas de ordenação da ocupação física e exploração dos recursos naturais do território nacional, para propósitos alheios aos do desenvolvimento do País. Tais campanhas são implementadas por uma rede de organizações não-governamentais (ONGs) nacionais e internacionais, sob o pretexto de uma alegada proteção dos povos indígenas e do meio ambiente, temas cujo apelo emocional tem granjeado um grande apoio midiático e popular a esta agenda intervencionista. Essas intervenções têm resultado em conflitos sociais motivados por demarcações de terras indígenas em áreas produtivas ocupadas há décadas, além de atrasos, encarecimentos e, em muitos casos, o impedimento de numerosos projetos de infraestrutura em todo o território nacional indo contra o desenvolvimento do Brasil - processo que se assemelha a uma guerra irregular, de efeitos mais eficientes que os de uma agressão militar convencional. Por trás delas, encontra-se uma vasta rede de ONGs, fundações privadas e agências governamentais de certos países industrializados do Hemisfério Norte, em especial, os EUA e o Reino Unido. Entre estas entidades, destaca-se o Conselho Mundial de Igrejas, cujas intervenções no Brasil remontam à década de 1950, tendo muito pouco a ver com a promoção de um verdadeiro ecumenismo e, muito mais, com o velho objetivo colonial de obstaculizar o desenvolvimento das regiões “periféricas” do planeta, dificultando-lhes a modernização e o progresso. Quem manipula os povos indígenas contra o desenvolvimento do Brasil é o resultado de uma rigorosa pesquisa sobre os mentores dessas campanhas e suas motivações. Lorenzo Carrasco Bazúa nasceu em Sinaloa, México, em 1950. É jornalista e editor-presidente da Capax Dei Editora. Em 1992, foi um dos fundadores do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa), do qual é presidente. É organizador do livro Máfia Verde: o ambientalismo a serviço do governo mundial (2001); coautor de El complot para aniquilar a las Fuerzas Armadas y a las Naciones de Iberoamérica (1993, edição brasileira de 1996), Máfia Verde 2: ambientalismo, novo colonialismo (2005) e A hora das hidrovias: estradas para o futuro do Brasil (2008); e autor de Una mirada al mundo y a los valores que cimentan um nuevo orden mundial (2012). Silvia Palacios de Carrasco é diretora do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa) e editora dos jornais Solidariedade Ibero-americana e Página Iberoamericana. Com Lorenzo Carrasco, fundou e dirige a Capax Dei Editora. É coautora dos livros El complot para aniquilar a las Fuerzas Armadas y a las Naciones de Iberoamérica e Máfia Verde 2: ambientalismo, novo colonialismo. Uma exposição do aparato internacional que distorce as causas indígenas, em favor de uma insidiosa agenda intervencionista que em nada favorece os interesses da sociedade brasileira. -
Sem estoque
A fraude do aquecimento global: como um fenômeno natural foi convertido numa falsa emergência mundial, Geraldo Luís Lino. Prefácio de Luiz Carlos Baldicero Molion, 2009, 168 p. (4ª. ed., 2015) O aquecimento global não é uma ameaça à humanidade – a histeria “aquecimentista”, sim! Porém, em vez de ameaça, constitui uma das maiores fraudes científicas e farsas científicas da História. A fraude do aquecimento global demonstra que as mudanças climáticas são fenômenos naturais que ocorrem há centenas de milhões de anos e contra as quais a humanidade pouco pode fazer no seu atual estágio de conhecimento, além de entender melhor a sua dinâmica e adaptar-se adequadamente a elas. O infundado alarmismo “aquecimentista” é promovido por interesses políticos e econômicos, que transformaram um debate científico em uma obsessão mundial e uma verdadeira indústria. Por isso, o público em geral ignora que: * não há qualquer evidência científica concreta que vincule a ação humana aos aumentos de temperaturas globais ocorridos desde o século XIX; * as temperaturas mundiais pararam de subir no final da década de 1990 e estão em queda; * os níveis do mar já foram mais altos que os atuais; * as atuais concentrações atmosféricas de CO2 estão entre as mais baixas da história geológica da Terra; * temperaturas e níveis de CO2 mais altos que os atuais seriam benéficos para a maioria dos seres vivos, inclusive o homem. As temperaturas atmosféricas e oceânicas já foram mais altas e mais baixas do que as atuais e a própria humanidade surgiu durante o período Quaternário, o de mais rápidas mudanças climáticas de toda a história da Terra. A fraude e farsa do aquecimento global está sendo manipulada para converter a atividade científica em um processo de “assembleia de consenso”, apoiado por uma mídia geralmente acrítica e anestesiada e pelos recursos técnicos de Hollywood. Por trás dela, encontram-se interesses políticos e econômicos inconfessáveis, que, enquanto promovem o aquecimento global como uma nova crença pseudocientífica, se empenham em faturar bilhões de dólares com a sua transformação em uma lucrativa indústria. Por isso, é fundamental que o alarmismo “aquecimentista” seja devidamente neutralizado. A fraude do aquecimento global é uma contribuição para desmistificação desta grande farsa científica. Geraldo Luís Lino é geólogo, especializado na aplicação de estudos geológicos a projetos de engenharia civil e avaliações de impactos ambientais. É fundador e diretor do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa), sendo integrante do conselho editorial da entidade. É também co-autor dos livros Máfia Verde 2: ambientalismo, novo colonialismo (2005) e A hora das hidrovias: estradas para o futuro do Brasil (2008), ambos publicados pela Capax Dei Editora. Uma exposição da maior fraude científica da história moderna e dos interesses que a promovem. -
Na mira da Máfia Verde, estão projetos de infraestrutura, novas tecnologias, avanços científicos e o otimismo cultural necessários ao progresso. Pela sua ação, como mostra o mapa da Embrapa Monitoramento por Satélite, grande parte do território brasileiro se converteu em "áreas de exclusões de desenvolvimento". -
Prefácio de Aldo Rebelo Pouco conhecido da grande maioria dos brasileiros, José Bonifácio de Andrada e Silva, o Patriarca da Independência, pode ser considerado com todos os méritos como o “inventor” do Brasil independente. Em apenas 18 meses no governo, foi o principal responsável pela consolidação política e territorial do novo País, além de ter formulado o esboço de um projeto de Nação que ainda hoje é atual. Às vésperas do bicentenário da Independência, é importante rever a sua trajetória e as suas ideias sobre um Brasil emparelhado com as grandes nações do mundo.