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Neste novo livro, Bruna Frascolla brinda o leitor com um tour de force sobre essas duas ferramentas de dominação oligárquica, o wokismo e o anarcocapitalismo, proporcionando elementos para que sejam devidamente conhecidas e desmascaradas em suas propostas anticivilizatórias e contrárias ao Bem Comum. Bruna Frascolla é doutora em Filosofia pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), historiadora da filosofia e ensaísta. É também autora de As ideias e o terror (República AF, 2020). -
Para nós da Ibero-América, o conceito de multipolaridade não constitui uma novidade histórica, pois as nossas nações integram um “Ocidente profundo” que por suas raízes é bastante diferente do mundo das principais potências que hoje parecem ter se apoderado da condição de representantes do Ocidente cristão. Como o leitor encontrará neste livro, os princípios da multipolaridade proclamados nos foros internacionais, com ênfase especial nos eurasiáticos, são compatíveis com a Doutrina Social da Igreja, enriquecida com a escolástica hispânica da Escola de Salamanca. Profeticamente abordados, são princípios cristãos para se conformar um novo mundo, sujeito a normas universais e a autoridades legítimas. Neste livro, os autores trazem à memória os ensinamentos do teólogo espanhol Francisco de Vitoria (1483-1546), cujos ideais da “Comunidade do Orbe” e do “Direito das Gentes”, antípodas do Leviatã idealizado por Thomas Hobbes, colocam o Direito Natural como guia dos Estados nacionais soberanos e das relações internacionais. Não são esses os princípios que moldam a nova ordem internacional que deve surgir da atual mudança de época? Evidentemente, sempre e quando superemos os tambores de guerra que as oligarquias colonialistas hegemônicas teimam em tocar, desesperada e desafiadoramente, à beira das suas tumbas históricas. Como os autores demonstram, sim, um Novo Mundo é possível! -
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Textos clássicos dos grandes autores do Sistema Nacional de Economia Política, pela primeira vez reunidos em português. -
A Humanidade vive a fase final de um longo período histórico, uma autêntica crise civilizatória, assinalada pela disfuncionalidade do sistema de hegemonia política e econômica colonial estabelicido a partir do século XVII, com base nas ideias de pensadores como Bacon, Hobbes, Locke, Descartes e outros. Em sua época, o grande pensador alemão Gottfried Wilhelm Leibniz se confrontou com tais ideais e seus desdobramentos nos campos da economia, política, filosofia, ciência e, sobretudo, na noção de justiça aplicada à organização social. Hoje, suas lições podem servir de base para se fundamentar um outro caminho para a civilização, baseado na primazia do Bem Comum e sua institucionalização nas políticas públicas. -
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O crescimento que a guerra irregular experimentou no mundo de hoje, particularmente depois da 2ª GM, provocou a necessidade de reexaminar leis e normais dos conflitos armados do ponto de vista das características peculiares a esse método especial de combate. -
Seineldin e Mariano. Pai e filho trocam cartas. Um preso no cárcere, o outro preso às limitações da esclerose múltipla. Mais que um livro de histórias, Malvinas - um Sentimento é um canto de "sentimentos tão profundos e maravilhosos", que evocam uma obrigação moral com a defesa do sentido de Pátria e seus valores maiores. Um livro feito de pai para filho. -
O propósito deste livro é indagar o papel protagonista da Federação Russa na mudança de época histórica em curso. Ao contrário do que previa o poder anglo-americano, o presidente Vladimir Pulin tem ocupado uma posição ímpar como estadista global, desde o início do século. E as nações acidentais necessitam recuperar com urgência o seu sentido de propósito histórico, com base em suas raízes cristãs. É aqui que reluz a missão histórica da Rússia, cujos ensinamentos sobre a recuperação do seu orgulho e grandeza cristãos devem servir de exemplo à !bem-América, para enaltecer o mesma sentida de missão universal baseado nos princípios cristãos infundidos pela evangelização fundadora. Assim como a Rússia devemos celebrar o nossa batismo . -
Prefácio de Aldo Rebelo Pouco conhecido da grande maioria dos brasileiros, José Bonifácio de Andrada e Silva, o Patriarca da Independência, pode ser considerado com todos os méritos como o “inventor” do Brasil independente. Em apenas 18 meses no governo, foi o principal responsável pela consolidação política e territorial do novo País, além de ter formulado o esboço de um projeto de Nação que ainda hoje é atual. Às vésperas do bicentenário da Independência, é importante rever a sua trajetória e as suas ideias sobre um Brasil emparelhado com as grandes nações do mundo. -
Na mira da Máfia Verde, estão projetos de infraestrutura, novas tecnologias, avanços científicos e o otimismo cultural necessários ao progresso. Pela sua ação, como mostra o mapa da Embrapa Monitoramento por Satélite, grande parte do território brasileiro se converteu em "áreas de exclusões de desenvolvimento".