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  • Neste novo livro, Bruna Frascolla brinda o leitor com um tour de force sobre essas duas ferramentas de dominação oligárquica, o wokismo e o anarcocapitalismo, proporcionando elementos para que sejam devidamente conhecidas e desmascaradas em suas propostas anticivilizatórias e contrárias ao Bem Comum.  Bruna Frascolla é doutora em Filosofia pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), historiadora da filosofia e ensaísta. É também autora de As ideias e o terror (República AF, 2020).
  • A presente crise política, institucional, socioeconômica e de valores que abala o Brasil marca o fim da Nova República, cujos protagonistas conceberam uma cidadania divorciada de um projeto de Nação que consolidasse os avanços das décadas anteriores e projetasse o País para o futuro. Em troca, estabeleceu-se uma cultura contra toda forma de autoridade, erradicou-se o princípio moral do Bem Comum que deve reger a vida pública, para abrir passo a meros projetos de poder. Sem um projeto nacional, a política partidária se converteu num instrumento para a captura do Estado, de braços dados com a corrupção e o crime organizado, frustrando as expectativas despertadas com a redemocratização e atrelando o País a uma agende hegemônica externa, a “Nova Ordem Mundial”, comandada de Washington, Wall Street e Londres. Este livro proporciona ao leitor um vislumbre dessa dinâmica antinacional, instando-o a engajar-se na construção de um novo caminho para o país.
  • Em 1988, a premiada jornalista canadense Elaine Dewar começou a trabalhar em um artigo sobre a ajuda que certas organizações não-governamentais (ONGs), como a Cultural Survival, WWF e outras, estavam proporcionando os índios caiapós para defender a Floresta Amazônica. Logo, ela descobriu uma trama de muitos milhões de dólares, em que os índios ganhavam dinheiro de garimpeiros, madeireiros e ONGs, agências governamentais, fundações e empresas privadas de vários países do Hemisfério Norte se empenhavam em influenciar as políticas ambientais e indígenas em três continentes. O resultado da investigação foi Uma demão de verde. Com um texto que se lê como uma novela de mistério, Uma demão de verde segue os passos da autora, de Toronto até a Floresta Amazônica, e a gabinetes refrigerados em Ottawa, Washington, Rio de Janeiro, Brasília, São Paulo e Genebra. No caminho, ela conhece alguns dos impressionantes personagens que atuam nos bastidores do ambientalismo internacional – entre outros, o empresário Maurice Strong, Anita Roddick, da cadeia britânica Body Shop, e ativistas que dirigem importantes ONGs do Canadá e dos EUA. Ela também examina alguns perturbadores aspectos dos relacionamentos entre ONGs, corporações “verdes” e governos: * Por que algumas ONGs desorientam o público com informações incorretas, para arrecadar fundos? * Por que certas ONGs do Canadá e dos EUA têm em suas diretorias representantes de grandes empresas e de seus governos? * Que interesses teriam essas ONGs e governos em deter projetos de infraestrutura no Brasil, como o aproveitamento hidrelétrico do rio Xingu? Para o Brasil, que ocupa um lugar central na trama, as respostas a essas e outras perguntas são fundamentais. Elaine Dewar trabalha como jornalista independente desde 1976, escrevendo sobre assuntos políticos, empresariais, ambientais e científico-tecnológicos. Por várias vezes, recebeu o National Magazine Award, um dos mais prestigiosos prêmios jornalísticos do Canadá. Além de Uma demão de verde (1995), escreveu Bones: Discovering the First Americans (2001) e The Second Tree: Of Clones, Chimeras and Quests for Immortality (2004). Por este último, recebeu o Nereus Writer’s Trust Non-Fiction Prize, concedido anualmente à melhor obra de não-ficção de um autor canadense.
  • Para nós da Ibero-América, o conceito de multipolaridade não constitui uma novidade histórica, pois as nossas nações integram um “Ocidente profundo” que por suas raízes é bastante diferente do mundo das principais potências que hoje parecem ter se apoderado da condição de representantes do Ocidente cristão. Como o leitor encontrará neste livro, os princípios da multipolaridade proclamados nos foros internacionais, com ênfase especial nos eurasiáticos, são compatíveis com a Doutrina Social da Igreja, enriquecida com a escolástica hispânica da Escola de Salamanca. Profeticamente abordados, são princípios cristãos para se conformar um novo mundo, sujeito a normas universais e a autoridades legítimas. Neste livro, os autores trazem à memória os ensinamentos do teólogo espanhol Francisco de Vitoria (1483-1546), cujos ideais da “Comunidade do Orbe” e do “Direito das Gentes”, antípodas do Leviatã idealizado por Thomas Hobbes, colocam o Direito Natural como guia dos Estados nacionais soberanos e das relações internacionais. Não são esses os princípios que moldam a nova ordem internacional que deve surgir da atual mudança de época? Evidentemente, sempre e quando superemos os tambores de guerra que as oligarquias colonialistas hegemônicas teimam em tocar, desesperada e desafiadoramente, à beira das suas tumbas históricas. Como os autores demonstram, sim, um Novo Mundo é possível!    
  • Um clássico do pensamento econômico da década de 1930, que teve grande influência no impulso pró-industrialização no Brasil (republicação da edição brasileira de 1931).
  • Quem manipula os povos indígenas contra o desenvolvimento do Brasil: um olhar nos porões do Conselho Mundial de Igrejas, Lorenzo Carrasco e Silvia Palacios, 208 p.; R$ 35,00. ISBN 978-85-98059-28-0. Desde a década de 1980, o Brasil vem sendo alvo de incessantes campanhas de pressões políticas com o objetivo de manipular as questões das causas indígenas para influenciar as políticas públicas de ordenação da ocupação física e exploração dos recursos naturais do território nacional, para propósitos alheios aos do desenvolvimento do País. Tais campanhas são implementadas por uma rede de organizações não-governamentais (ONGs) nacionais e internacionais, sob o pretexto de uma alegada proteção dos povos indígenas e do meio ambiente, temas cujo apelo emocional tem granjeado um grande apoio midiático e popular a esta agenda intervencionista. Essas intervenções têm resultado em conflitos sociais motivados por demarcações de terras indígenas em áreas produtivas ocupadas há décadas, além de atrasos, encarecimentos e, em muitos casos, o impedimento de numerosos projetos de infraestrutura em todo o território nacional indo contra o desenvolvimento do Brasil - processo que se assemelha a uma guerra irregular, de efeitos mais eficientes que os de uma agressão militar convencional. Por trás delas, encontra-se uma vasta rede de ONGs, fundações privadas e agências governamentais de certos países industrializados do Hemisfério Norte, em especial, os EUA e o Reino Unido. Entre estas entidades, destaca-se o Conselho Mundial de Igrejas, cujas intervenções no Brasil remontam à década de 1950, tendo muito pouco a ver com a promoção de um verdadeiro ecumenismo e, muito mais, com o velho objetivo colonial de obstaculizar o desenvolvimento das regiões “periféricas” do planeta, dificultando-lhes a modernização e o progresso. Quem manipula os povos indígenas contra o desenvolvimento do Brasil é o resultado de uma rigorosa pesquisa sobre os mentores dessas campanhas e suas motivações. Lorenzo Carrasco Bazúa nasceu em Sinaloa, México, em 1950. É jornalista e editor-presidente da Capax Dei Editora. Em 1992, foi um dos fundadores do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa), do qual é presidente. É organizador do livro Máfia Verde: o ambientalismo a serviço do governo mundial (2001); coautor de El complot para aniquilar a las Fuerzas Armadas y a las Naciones de Iberoamérica (1993, edição brasileira de 1996), Máfia Verde 2: ambientalismo, novo colonialismo (2005) e A hora das hidrovias: estradas para o futuro do Brasil (2008); e autor de Una mirada al mundo y a los valores que cimentan um nuevo orden mundial (2012). Silvia Palacios de Carrasco é diretora do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa) e editora dos jornais Solidariedade Ibero-americana e Página Iberoamericana. Com Lorenzo Carrasco, fundou e dirige a Capax Dei Editora. É coautora dos livros El complot para aniquilar a las Fuerzas Armadas y a las Naciones de Iberoamérica e Máfia Verde 2: ambientalismo, novo colonialismo. Uma exposição do aparato internacional que distorce as causas indígenas, em favor de uma insidiosa agenda intervencionista que em nada favorece os interesses da sociedade brasileira.
  • Pense como Beethoven, Anno Hellenbroich, 152 p., 2020 – Homenagem aos 250 anos da morte do grande compositor alemão, o livro ressalta os aspectos mais relevantes da sua obra, em especial, o seu original método criativo. ISBN 978-65-992018-0-6
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    Os responsáveis pela presente crise econômica mundial e crise financeira mundial têm nomes e endereços conhecidos. Eles podem ser encontrados nas instituições que representam o ápice de um sistema de poder de alcance global, centrado em um cartel de bancos privados internacionais, que gravita em torno do Sistema da Reserva Federal dos EUA, do Banco da Inglaterra e do Banco de Compensações Internacionais (BIS). Com base no papel hegemônico do dólar estadunidense como moeda de reserva e comércio internacional, esse cartel financeiro exerce um férreo controle sobre os fluxos de moeda e crédito que movimentam as economias de grande parte do planeta, determinando ao seu bel prazer os ciclos de expansão e contração destas, dos quais, quase invariavelmente, saem ganhando. Tal poderio lhes proporciona, igualmente, o controle das organizações financeiras multilaterais, como o Fundo Monetário Internacional (FMI), o Banco Mundial e outras. Em Os responsáveis pelas crises financeiras contemporâneas e suas origens, Roberto Badillo Martínez oferece um raro vislumbre desse sistema de poder, com um conhecimento de causa proporcionado pela sua vasta experiência de oficial militar e de inteligência, além da sua atividade parlamentar, em um país que tem sido um dos objetivos preferenciais das ações do cartel, o México. Com um texto conciso e direto, nele, o leitor encontrará importantes subsídios para o entendimento das raízes e causas da crise global, sem o qual não será possível encontrar o caminho para superá-la. Com a publicação de Os responsáveis pelas crises financeiras contemporâneas e suas origens, a Capax Dei Editora proporciona aos leitores brasileiros a visão privilegiada de um patriota e opositor desse sistema de poder e suas ações destrutivas. Apontando diversas causas da crise econômica mundial e crise financeira mundial. Roberto Badillo Martínez é general-de-divisão da reserva do Exército Mexicano, tendo servido durante 47 anos e ocupado diversos postos de destaque, entre os quais a chefia da inteligência militar. Foi, também, adido militar na Argentina, Uruguai e Paraguai. Após deixar o serviço ativo, elegeu-se deputado federal no Congresso da União, pelo Partido Revolucionário Institucional (PRI), entre 2006 e 2009. Desde então, tem desempenhado uma importante atividade jornalística, colaborando em jornais e revistas do país, com artigos sobre a crise mundial e seus efeitos sobre o México. Em 2011, foi agraciado com o Prêmio Nacional de Jornalismo. Um retrato da crise financeira global e dos grupos econômicos e políticos que as provocaram e lucram com ela, de autoria de um alto oficial militar mexicano.
  • O livro é resultado do mestrado da autora em História Comparada, com ênfase em Relações Internacionais, Segurança e Defesa Nacional, na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Além de trazer os assuntos da Defesa Nacional para serem debatidos pela sociedade brasileira, Fernanda Corrêa analisou a história do projeto do submarino nuclear numa conjuntura nacional e internacional, demonstrando as razões que motivaram os governos a apoiar ou não o projeto.
  • Nesta obra clássica de 1952, traduzida diretamente do alemão, o autor – uma personalidade singular de militar, acadêmico e político – oferece analisa a longa trajetória da construção dos Estados nacionais soberanos e os princípios que os fundamentam. Uma importante contribuição para as discussões que se travam em todo o mundo, no contexto das profundas transformações da ordem de poder global.
  • Prefácio de Aldo Rebelo Pouco conhecido da grande maioria dos brasileiros, José Bonifácio de Andrada e Silva, o Patriarca da Independência, pode ser considerado com todos os méritos como o “inventor” do Brasil independente. Em apenas 18 meses no governo, foi o principal responsável pela consolidação política e territorial do novo País, além de ter formulado o esboço de um projeto de Nação que ainda hoje é atual. Às vésperas do bicentenário da Independência, é importante rever a sua trajetória e as suas ideias sobre um Brasil emparelhado com as grandes nações do mundo.
  • O cassino global da finança reúne artigos dos autores, publicados em jornais italianos e nas publicações do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa), nos quais discutem em linguagem direta e de fácil entendimento os diversos aspectos da crise econômica e financeira de 2007-2008, cujos efeitos estão longe de esgotados. Nele, explicam como uma crise de especulação imobiliária nos EUA e a bancarrota do megabanco Lehman Brothers colocaram o sistema financeiro internacional à beira de uma quebra generalizada. E, também, como os governos dos EUA e da União Europeia decidiram “salvar” o sistema, com maciças injeções de dinheiro para os bancos, que as empregaram para amplificar ainda mais as operações especulativas em todo o sistema, em detrimento das empresas e dos investimentos necessários nos setores produtivos da economia real. Do lado otimista, sugerem que a emergência de novos protagonistas, como o grupo BRICS e suas propostas para a conversão da Eurásia como um novo eixo de desenvolvimento de alcance global, poderá influenciar positivamente as inadiáveis transformações das finanças globais.
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