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  • Nesta obra clássica de 1952, traduzida diretamente do alemão, o autor – uma personalidade singular de militar, acadêmico e político – oferece analisa a longa trajetória da construção dos Estados nacionais soberanos e os princípios que os fundamentam. Uma importante contribuição para as discussões que se travam em todo o mundo, no contexto das profundas transformações da ordem de poder global.
  • Pense como Beethoven, Anno Hellenbroich, 152 p., 2020 – Homenagem aos 250 anos da morte do grande compositor alemão, o livro ressalta os aspectos mais relevantes da sua obra, em especial, o seu original método criativo. ISBN 978-65-992018-0-6
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    Textos clássicos dos grandes autores do Sistema Nacional de Economia Política, pela primeira vez reunidos em português.
  • A mais recente obra do consagrado escritor e historiador alemão, sobre um dos mais importantes e menos conhecidos símbolos da Cristandade. Neste livro, o jornalista e historiador Paul Badde convida ao leitor a acompanhá-lo em uma emocionante jornada para desvendar a verdade por trás do Rosto Santo de Manoppello, relíquia milenar da igreja, que retrata o que, para muitos, seria a face de Jesus Cristo. Impresso em fino tecido de bisso, produzido a partir da secreção de um molusco do Mediterrâneo, que não pode ser pintado, o rosto se torna ainda mais misterioso ao ser superposto ao da figura humana impressa no Sudário de Turim, com o qual compõe uma combinação perfeita. Em suas páginas, como em um romance de mistério, o leitor acompanhará a agitada trajetória do Rosoto Santo, desde a Terra Santa, passando por Edessa, Constantinopla e Roma, até um pequeno vilarejo escondido nas montanhas dos Abrusos, Manoppello. E conhecerá personagens cativantes, como a irmã Blandina Paschalis Schlömer e o padre jesuíta Heinrich Pfeiffer, estudiosos empenhados em desvendar os segredos do véu de Manoppello, e Chiara Vigo, a última tecelã em todo o mundo que domina a refinada técnica de confecção da seda-do-mar, como o bisso também é conhecido. Resultado do encantamento do autor pelo tema e originalidade publicado em 2011, na sua Alemanha natal, o livro foi também publicado e se tornou best-seller nos EUA, Polônia, Itália, França e Holanda.
  • Em 1988, a premiada jornalista canadense Elaine Dewar começou a trabalhar em um artigo sobre a ajuda que certas organizações não-governamentais (ONGs), como a Cultural Survival, WWF e outras, estavam proporcionando os índios caiapós para defender a Floresta Amazônica. Logo, ela descobriu uma trama de muitos milhões de dólares, em que os índios ganhavam dinheiro de garimpeiros, madeireiros e ONGs, agências governamentais, fundações e empresas privadas de vários países do Hemisfério Norte se empenhavam em influenciar as políticas ambientais e indígenas em três continentes. O resultado da investigação foi Uma demão de verde. Com um texto que se lê como uma novela de mistério, Uma demão de verde segue os passos da autora, de Toronto até a Floresta Amazônica, e a gabinetes refrigerados em Ottawa, Washington, Rio de Janeiro, Brasília, São Paulo e Genebra. No caminho, ela conhece alguns dos impressionantes personagens que atuam nos bastidores do ambientalismo internacional – entre outros, o empresário Maurice Strong, Anita Roddick, da cadeia britânica Body Shop, e ativistas que dirigem importantes ONGs do Canadá e dos EUA. Ela também examina alguns perturbadores aspectos dos relacionamentos entre ONGs, corporações “verdes” e governos: * Por que algumas ONGs desorientam o público com informações incorretas, para arrecadar fundos? * Por que certas ONGs do Canadá e dos EUA têm em suas diretorias representantes de grandes empresas e de seus governos? * Que interesses teriam essas ONGs e governos em deter projetos de infraestrutura no Brasil, como o aproveitamento hidrelétrico do rio Xingu? Para o Brasil, que ocupa um lugar central na trama, as respostas a essas e outras perguntas são fundamentais. Elaine Dewar trabalha como jornalista independente desde 1976, escrevendo sobre assuntos políticos, empresariais, ambientais e científico-tecnológicos. Por várias vezes, recebeu o National Magazine Award, um dos mais prestigiosos prêmios jornalísticos do Canadá. Além de Uma demão de verde (1995), escreveu Bones: Discovering the First Americans (2001) e The Second Tree: Of Clones, Chimeras and Quests for Immortality (2004). Por este último, recebeu o Nereus Writer’s Trust Non-Fiction Prize, concedido anualmente à melhor obra de não-ficção de um autor canadense.
  • México, 9 de dezembro de 1531 Dez anos após a conquista do México pelos espanhóis, em uma colina nos arredores da capital, algo inconcebível ocorre a Juan Diego, um nativo convertido à religião dos conquistadores. Na bruma da manhã, uma figura celestial vem ao seu encontro, revelando-se como "Maria, Mãe de todos os homens". Para convencer as autoridades religiosas, a Senhora lhe confia várias mensagens e, no último encontro, o seu retrato aparece misteriosamente impresso no manto de Juan Diego. Posteriormente, a aparição de Maria de Guadalupe se torna o catalisador da conversão de milhões de indígenas ao cristianismo, em um dos eventos mais marcantes da História. Desde então, a imagem de Nossa Senhora de Guadalupe tem sido objeto de numerosas controvérsias, mas, a cada novo estudo científico efetuado nela, mais misteriosa ela se torna, tanto para pesquisadores como para os fiéis, que fazem da Basílica de Guadalupe, na Cidade do México, o maior centro de peregrinação religiosa do mundo, à frente até mesmo de Roma e Meca. Neste livro, o jornalista alemão Paul Badde mergulha no mistério de Maria de Guadalupe com o cuidado de um historiador e o talento de um jornalista investigativo, que tropeçou em uma história instigante. O seu relato conta a fantástica história da aparição que mudou os rumos da História mundial, levando todo um continente a integrar a cultura ocidental.
  • A economia física abrange os princípios de desenvolvimento econômico das nações, estudando as economias como um processo interligado de produção e consumo físico, em uma analogia com os organismos vivos, que proporciona uma noção de produtividade independente das medidas financeiras. Constitui, por assim dizer, o conjunto de capacidades com as quais o ser humano intermedia as suas relações com a natureza e o universo, sendo a economia a tradução do entendimento humano do microcosmo e do macrocosmo. A aplicação prática de tais conceitos é demonstrada neste livro, com exemplos do desenvolvimento econômico de nações como os EUA, Alemanha, França e, mais recentemente, a China. Além disso, o autor tece importantes considerações sobre o futuro do trabalho, em uma economia em que os principais insumos serão o conhecimento e a capacidade criativa/inovadora, escapando à falsa disjuntiva entre as doutrinas econômicas marxistas e liberais. Em troca, busca contribuir para a construção de uma doutrina econômica baseada nos princípios do Bem Comum e da dignidade da pessoa humana.
  • Na mira da Máfia Verde, estão projetos de infraestrutura, novas tecnologias, avanços científicos e o otimismo cultural necessários ao progresso. Pela sua ação, como mostra o mapa da Embrapa Monitoramento por Satélite, grande parte do território brasileiro se converteu em "áreas de exclusões de desenvolvimento".
  • Neste novo livro, Bruna Frascolla brinda o leitor com um tour de force sobre essas duas ferramentas de dominação oligárquica, o wokismo e o anarcocapitalismo, proporcionando elementos para que sejam devidamente conhecidas e desmascaradas em suas propostas anticivilizatórias e contrárias ao Bem Comum.  Bruna Frascolla é doutora em Filosofia pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), historiadora da filosofia e ensaísta. É também autora de As ideias e o terror (República AF, 2020).
  • Um clássico do pensamento econômico da década de 1930, que teve grande influência no impulso pró-industrialização no Brasil (republicação da edição brasileira de 1931).
  • Mais um oportuno trabalho do autor, apresentando de forma concisa e didática os avanços mais recentes das tecnologias nucleares.
  • O livro é resultado do mestrado da autora em História Comparada, com ênfase em Relações Internacionais, Segurança e Defesa Nacional, na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Além de trazer os assuntos da Defesa Nacional para serem debatidos pela sociedade brasileira, Fernanda Corrêa analisou a história do projeto do submarino nuclear numa conjuntura nacional e internacional, demonstrando as razões que motivaram os governos a apoiar ou não o projeto.
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